Archive for outubro \29\UTC 2009

Divulgação !

outubro 29, 2009

Divulgando esse evento, com a participação do nosso amigo artista Rafael Lucena, criador do nosso layout, junto com outros artistas.

Acessem também para mais informações  www.flickr.com/coletiva

FLAYER COLETIVA net

 

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Fetichismo.

outubro 28, 2009

Resolvi escrever sobre isso, depois que li que meus pés são um tesão, comentário feito no post dos nossos pés! 🙂 E já agradeço o elogio dizendo que adoraria uma massagem nos pés… rs

Além do Fetiche, temos outros tipos de comportamento que podemos desenvolver e postar em outra oportunidade.

Fetiche é, sobretudo, uma espécie de obcessão por alguma coisa, situação, pessoa ou parte da pessoa. Uma atração ou fixação incontrolável que dá origem a um prazer intenso e nem todas as espécies de fetiche estão diretamente ligadas à prática sexual. No fetichismo, a atividade sexual pode dirigir-se ao fetiche (masturbação enquanto beija, esfrega, cheira o objeto do fetiche) ou o fetiche pode ser incorporado na relação sexual, pedindo por ex. à parceira que use sapatos de salto alto ou que o parceiro use alguma fantasia. Através desse desejo, temos o fetichismo caracterizado também por impulsos sexuais e fantasias sexualmente excitantes dirigidas exclusivamente a partes do corpo humano como: pés, mãos, nádegas, pernas, cabelos… E não podemos esquecer dos fetiches por transar ou simplesmente “se pegar” em lugares públicos, elevadores, etc.

E vc? Que tipo de fetiche já realizou e o que ainda falta realizar?

Trilha Sonora: Sex On Fire – Kings of Leon

outubro 26, 2009

Pálidas paredes testemunham. Olhares cruzados, silêncio ao redor, salivação… Troca de energia. As mãos percorrem lugares sensíveis, e a respiração descompassada, ensurdece os ouvidos de vontades.

As Roupas começam a criar asas, e a pele exposta, recebe todo o carinho e o calor dos beijos. As carícias não param e o ritmo é alucinante, cheio de sincronismo.

Isentos de prazos, o acelero os envolve num turbilhão de sensações excitantes.

As unhas cravam, e desenham uma trilha que percorre o corpo em constante transpiração, terminando em um sussurro final… O prazer impagável e, enfim o alívio imediato – a sensação de derreter-se aos poucos – embalados num sossego sem tamanho.

As gargalhadas pairam sobre as casas e, pequenos diálogos ofegantes antecipam a vontade de escalar as nuvens novamente.

Dave Lombardi

 

(Dave Lombardi é publicitário e leitor do nosso querido Blog. Este texto foi um presente para o Clube da des(Conquista). Caso queira conhecer mais sobre ele, clique aqui!)

Uma história típica da 8ªB!

outubro 21, 2009

(ou: Mais uma visão sobre trair e ser traído!)

 

Eu pedi autorização do meu ex-namorado para fazer este post, na verdade, porque estive no outro lado da história e somente 7 anos depois, eu entendo tudo o que aconteceu. Eu tive um relacionamento lindo com o meu melhor amigo. Namoramos por longos 4 anos, mas um dia, o conto de fadas se tornou uma confusão sem tamanho.

No começo do relacionamento, ele estava muito mais dedicado que eu. Eu tinha outras histórias no passado e ele não. Eu também não queria assumir a relação, já que eu fora apaixonada por um amigo dele, enfim. No começo, eu sempre fui a bandida e ele o mocinho. Terminava o namoro a cada semana, depois voltava, fazia com que ele ficasse sempre em busca do nosso sonho. Eu o amava muito, mas era criança, imatura, mas me achava a pessoa mais experiente do mundo.

A primeira pausa que tivemos foi muito dura para ele. Ficamos quase 7 meses distantes. Eu estava feliz, pela primeira vez “no abate”, como dizem. Neste ano, muitas coisas aconteceram tanto para mim, quanto para ele. Conhecemos a Fun House, os dois, em momentos paralelos, um bar que na época, era um refúgio para todos os amantes de roquenrou. Porém, numa ida à Vila Olímpia com uma amiga, eu conheci uma pessoa. Ele era DJ. Tivemos uma historinha boba, de criança, comecei a freqüentar aquele meio que não era minha realidade.

Um belo dia, sonhei com o meu ex-namorado e resolvi mandar um e-mail. Eu estava com o DJ todas as quintas, sextas e sábados à noite (risos), mas esta troca de e-mails começou a despertar em mim uma esperança de que meu ex-namorado-amigo seria o amor da minha vida. Num dos e-mails, o ex me contou de sua atual namorada, que na verdade era um rolo um pouco sério. Na hora em que li esta frase, fiquei possuída.

Passei dias matutando em como descobrir quem era, de onde conheceu, como foi, e ao mesmo tempo, me deliciava com os e-mails bem escritos de meu amado. Foi quando conheci a loucura e a magia do Google, em meados de 2003, se não me engano. Digitei somente seu apelido e lá apareceu: O blog dela, da atual do amado na época. O engraçado é que na mesma época eu havia criado o meu blog pessoal, na ativa até hoje, o Clareador Cerebral.

Resumindo, fiz que fiz e ele terminou com ela, voltou comigo e eu larguei o DJ. Ela era independente, cursava moda, morava sozinha. Eu tinha ciúmes disso, porque eu ainda aspirava em ser atriz e morava com a minha mãe. Eu sempre lia seu blog como uma espécie de fuga, porque eu sabia que ela ainda o amava e dedicava várias palavras a ele. Eu ficava nervosa, não entendia porque ele permitia este tipo de coisa. Aí veio o Orkut, eu me tornei obcecada em fuçar na vida da garota, términos de namoros aconteceram, vivi coisas horríveis na minha vida, numa época junkie da qual não gosto nem de lembrar. E nessa brincadeira toda, descobri que o ex mantivera um relacionamento com a fashionista por mais ou menos dois anos enquanto estava comigo.

Eu me perguntava: Como? Eu o controlava de uma maneira impossível de permitir isso. Mas aconteceu. Foi o Orkut que dedurou tudo isso: Minha obsessão por ela e o relacionamento deles. Ela me procurou e não lembro como, me contou tudo. Ele negou que fora um “relacionamento”, disse ainda que saiu (ou melhor, dormiu, transou, etc) com ela poucas, vezes, talvez umas cinco. Ela também me disse que sabia que eu o havia traído com um cara que é meu amigo, ex-namorado de uma amiga dela (era mentira, eu o traí com uma pessoa somente, mas não era mesmo aquele cara!). Enfim, ela foi inteligente e se libertou de uma história que a sufocava, afinal, nós duas éramos (e somos!) meninas bacanas para passarmos por isso.

Eu sei que ele continua conversando com ela até hoje e meu ex-namorado voltou a ser um dos meus melhores amigos, com uma ternura nunca perdida. Mas tudo isso me faz refletir que quando somos jovens e imaturos, não pensamos muito bem nas conseqüências dessas coisas.

Eu tive uma noite ótima, além de uma reunião que me rendeu bons sorrisos e frutos profissionais. Mas no meio da reunião, recebi um sms de uma garota, namorada de um cara que de vez enquanto me procura e que saímos uma única vez. Achei tão infantil, fiquei nervosa, porque me enxerguei na pele da namoradinha traída. Se eu pudesse, eu falaria: “Boba, eu cometi o mesmo erro que você!”. Eu poderia voltar aos meus 22 anos e permitir o mesmo erro ou o mesmo acerto que a fashionista cometeu naquela época. Mas eu não fiz isso e não farei. Troquei algumas farpas via sms com a namoradinha, ela me ligou (o que demonstra coragem!). Eu estava entrando numa reunião agora cedo, não consegui falar com ela. Fiquei de retornar, mas passei o problema para o bobo do namorado dela. Isso não é problema meu, e sim deles!

Mas lembrei da Mariana Perin de 22 anos, sentadinha na agência de publicidade que eu trabalhava, tentando entender o que eu já sabia, no telefone com a amante do meu ex-namorado. Mas nessas histórias todas, obrigada ao ex! Querido amigo, vejo o quanto você se tornou homem em controlar a situação e vejo que sua traição foi necessária para torná-lo essa pessoa que você é. E você continua doce, apaixonante e inteligente. Mas, controlar a neurose de uma mulher é um dom, e você nunca me permitiu roubar telefones da sua agenda, nunca me permitiu dar pitis e hoje, estou mais centrada e mais madura graças a isso.

Trilha Sonora: On and On – Do 

 

(Faltou pimenta neste relato, eu sei! Quem sabe meu ex-namorado pode escrever um depoimento para nós sobre “como é ter duas namoradas ao mesmo tempo!”. Risos)

Brochou? E Agora?

outubro 16, 2009

“O que dizer diante de uma brochada? Parece que o principal é o que não dizer. Porque às vezes a tentativa de consertar pode piorar tudo.

O que os homens não devem dizer: “Isto nunca aconteceu comigo antes” é frase tão surrada, que é melhor nem pensar em usá-la, mesmo que seja a mais pura verdade. A não ser que você já tenha muita intimidade com a parceira, se disser isto, vai conseguir que ela o ache, no mínimo, engraçado. – “É que você falou isto, ou fez aquilo, e eu perdi o tesão” Não, não ponha a culpa na mulher. É verdade que tem mulheres que falam coisas que não têm nada a ver, bem no momento em que você está concentrado numa ereção. Aliás isto é muito comum. Mas se você colocar a culpa na parceira, vai produzir um efeito brochante sobre ela, o que só vai piorar as coisas entre os dois. – “É que bati uma punhetinha antes de você chegar”. Não!!!! Nunca! Há mulheres que têm nojo de punheta. E a maioria tem a ilusão de que se você transa com ela, não tem necessidade de se masturbar. Frases como esta podem levar a parceira a se sentir traída ou desvalorizada. Nem adianta dizer que fez porque se excitou ao lembrar dela. Não cola. – “Tudo bem, isto acontece com todos os homens”. Se disser isto, ela pode pensar: “Então porque nunca aconteceu com o Ricardo?” Brochar o resto da humanidade não vai resolver o seu problema. – “É só esperar um pouco que funciona”. Isto causa a maior expectativa entre os dois. Vão acabar se pegando, os dois, olhando para o dito-cujo, como quem espera a explosão de uma bombinha de São João. Nada mais brochante.

O que a mulher não deve dizer: – “Tudo bem, eu já estou acostumada, isto também acontecia com fulano” Os homens não costumam gostar de lembrar que suas mulheres já tiveram outros parceiros. Não lembre isto a ele, muito menos na hora em que ele está frustrado. – “Isto sempre acontece contigo?” Vai envergonhá-lo. – “Até acho bom. Não estava mesmo muito a fim.” Se o problema era momentâneo, depois dessa frase vai durar a noite toda, ou talvez o resto das suas vidas. Porque ele pode pensar: “se não estava a fim, porque não disse logo? Como vou saber se ela realmente está a fim da próxima vez?”

O que o homem deve dizer? – “Acho que devo estar um pouco tenso, passei o dia preocupado com um monte de coisas. Pensei que tivesse esquecido quando te encontrei, mas parece que no meu inconsciente ainda estou preocupado. Vamos tomar alguma coisa para relaxar?” – “Parece que bebi um pouco demais. Vamos tomar um café (ou banho)?” – “É, acho que estou cansado. Eu não queria admitir, mas o corpo acaba mostrando a realidade pra gente”. – Me desconcentrei. Vamos ver um filme? (se ela tiver dito alguma coisa brochante ou se tiver havido algum fator externo que possa ser culpado, tipo: “A sirene daquela ambulância me perturbou”). – “Não entendi. Eu estava louco de tesão por você… Vamos tomar alguma coisa para relaxar?”

O que a mulher deve dizer? – “Tudo bem. Vamos tomar alguma coisa para relaxar?” – “Vamos ver um filminho? Depois a gente continua onde parou, tá?” – “Isto nunca aconteceu contigo antes. Você está preocupado com alguma coisa?” – “Isto nunca acontece contigo. Você anda trabalhando demais? – “Será que você bebeu um pouco demais?”

Resumindo, a mulher deve dar uma sugestão de desculpa para o parceiro. Assim como quando se joga uma corda a um náufrago, ele vai se apegar à primeira desculpa que você arranjar.”

Ana Luísa Carvalho Jornalista e autora do livro Como Fisgar um Solteiro

A Traição!

outubro 16, 2009

 

Depois de alguns namoros, eu posso assumir que não fui fiel em alguns deles. Foram poucas as vezes, existe algo dentro de mim que não me permite trair. Mas em alguns casos, a traição é inevitável. Digo isto porque conversei com um dos meus ex-namorados pelo telefone ontem e, apesar de nossa amizade inegável, algumas lembranças vieram à tona e eu me perguntei: Por quê?

Falando nisso, também me sinto a vontade para expor uma questão aqui, e posso pedir a opinião de vocês. Descobri que um querido que tenho muita afinidade está sendo traído descaradamente. Descobri que seu par tem outrem, e este outrem gosta tanto, tanto, tanto desta pessoa, que em hipótese alguma a exporia a uma situação ruim. E mais, este querido prega fidelidade como a coisa mais importante de sua vida.

Uma grande amiga minha homossexual está passando por uma situação parecida. Ela ama sua ex-namorada, porém, suas escolhas são delicadas para sua família e por isso as duas se separaram. A ex-namorada ainda a ama, mas está com outra, e este ciclo vicioso faz com que todo mundo fique machucado, porque as coisas do coração são muito delicadas.

Eu já me submeti em ser a “outra” porque gostava muito de um homem e valeu a pena esta experiência. Mas ao mesmo tempo, quando estamos sério com alguém, não queremos uma vida dupla: Queremos segurança, paz e não neura em nossos corações. Também acredito que cada caso é um caso, conheço gente que ama o marido, mas já traiu; Também conheço gente que nasceu em berços bígamos e muitas outras histórias que envolvem traição.

O que não podemos é ser hipócritas.

Sempre preguei a teoria que devemos cuidar de nossas vidas e que, somente devemos contar uma traição alheia a quem é muito próximo de nós. É fato que, se eu descobrisse que o namorado de uma das minhas melhores amigas tem outra, eu pensaria mais de mil vezes em contar, mas acabaria contando.

Traição, meus caros, ou é muito bem feita ou você se dana. E eu soube da traição alheia, e não sei o que fazer. Se eu contar, este querido não acreditará em minhas palavras e eu posso prejudicar outrem que é muito especial para mim também. Mas a conclusão que tiro de tudo isso é que as pessoas não têm medo de machucar o outro.

E de pensar que o buraco é tão mais embaixo! Em âmbito pessoal, ficamos muito sentimentais. Mas também existe traição no trabalho, na vida profissional, das parcerias, nas amizades… Ainda bem que eu tenho Elas. O Clube da des(Conquista) é nosso, porque podemos contar umas com as outras. E elas acham que este querido não merece saber que é corno, porque a vida é uma caixinha de surpresas.

 E eu, continuo sem entender a complexidade dos relacionamentos!

 

Trilha Sonora: Not Fair – Lily Allen

Eu gosto de “sujinhos”

outubro 15, 2009

Somos três amigas com gostos bem diferentes, o que não nos causa problema nenhum na hora de escolher um “ alvo”, já que praticamente nunca teremos que disputar o mesmo “ alvo” por termos gostos tão distintos.

A Mari já disse no post anterior que gosta dos nerds, a Mi vou deixar pra ela contar do tipo dela depois pra vocês, e eu vou falar do meu fascínio pelos “ sujinhos “. Calma pessoal, sujinho não é uma rapaz que não toma banho e anda sujo não, é só um termo que encontramos pra identificar esse tipo, então vou tentar explicar para vocês o que é um sujinho.

SUJINHO é aquele rapaz que tem um visual desencanado, que não faz a barba geralmente (ADORO BARBA), que mal corta o cabelo, nem lembra pentear, que anda com a “ samba canção “ aparecendo e com a sua calça jeans mais velha rasgada, cheios de tatuagem sempre (o que me chama mais a atenção ainda se ele for muito tatuado), mas que sejam limpinhos lógico, cheirosos, e que por traz dessa aparência exista uma inteligência lógico, exista um algo a mais além dessa aparência que é totalmente afrodisíaco pra mim.

 Ser inteligente, gostar de bons livros, boa música, bons filmes, saber conversar de qualquer assunto é muito importante e interessante também, mas digo por experiência própria que as vezes o exagero é insuportável, até mesmo o exagero de inteligência e entendimento de tudo, me fica até uma duvida em alguns casos se a pessoa sabe mesmo do que ta falando ou ta fazendo o tipo intelectual.

 Alem disso tem algo que pra mim é primordial, a pessoa ter uma visão da vida além do que se pode ver somente com os olhos e dar valor não só para seus conhecimentos e bons livros, dar valor pra coisas maiores da vida, ter uma sensibilidade e uma visão ampla de enxergar o que realmente são valores que levaremos para a eternidade conosco.

 Por trás de um sujinho quase sempre existe um depravado, tarado, louco por sexo em potencial, e vai te dar aquela pegada, coisa que eu não acho nada ruim, e quase sempre eles são ótimos de cama e tem muito a nos mostrar.

E o melhor de tudo, tem sujinho em qualquer canto que você for, no forró, no pagode, no rock, no batizado do seu priminho, na formatura da sua irmã, na Igreja, no Terreiro, qualquer lugar tem um, e não é preciso ir a algum lugar certo para encontrá-los.

Trilha Sonora: Pearl Jam – Porch ( Banda de um Sujinho)

Eu gosto de “nerds”.

outubro 9, 2009

Afrodisíaco para mim é inteligência. Acho que por isso tenho atração por pessoas com visual nerd, mais pela expectativa que pela prática. Hoje está na moda ser nerd. Não consigo trepar sem conversar, sem me interessar pelo cérebro da pessoa. Já tentei, mas não consegui. Sou do tipo que se imagina casada com um dos personagens da série “The Big Bang Theory”. Quando começo a falar de música com algum pretendente, espero minuciosamente cada gosto, cada palavra, e assim, a nota musical. A mesma coisa com livros e filmes.

Há pouco, me apaixonei por uma pessoa simplesmente porque ela gostava dos mesmos livros que eu; Os livros estavam escritos em outras línguas, mesmas histórias transportas por culturas tão diferentes. Eram Kunderas, Garcia-Marquezes e Shakespeare e assim, meu coração (e outras partes do meu corpo) derreteu-se em meio de tantas palavras.

O problema de gostar de pessoas inteligentes é que elas estão sempre num gueto e, na Grande São Paulo, elas acabam se conhecendo. Outro dia, jurei para mim mesma que freqüentaria um forró, quem sabe assim me apaixonaria por um fã de Luiz Gonzaga? Mas e se o fã de Luiz Gonzaga for ator? E se esta mesma pessoa também gostar de Strokes e freqüentar algum inferninho de São Paulo?

Também tenho sérios problemas com artistas. Sou atriz, além de produtora, e acabo gostando de uma certa mistura de idéias. Adoro pessoas com idéias malucas e que realmente acreditam que a arte pode mudar o mundo.

Portanto, tenho pensado seriamente em virar celibatária. Pelo menos por algum tempo. Ou render-me ao amor, de mais um nerdizinho do gueto. Render-me a mais sessões de Star Wars, Poderoso Chefão, Descendents, Ramones, Velvet Underground, Chico Buarque, Bob Marley, João Ubaldo Ribeiro, Paulo Leminski… O que fazer?

 

Trilha Sonora: Penélope – Der Mond

 

 

PRESENTE!!!

outubro 8, 2009

O Clube da Desconquista ganhou 2 presentes!

1 – Uma nova imagem para nosso layout! 🙂 Ficou linda… e para não enjoarmos, ainda ganhamos mais 7! hehe

2 – Rafael Lucena, um artista plástico queridíssimo e cheio de habilidades. Sugerimos que vcs conheçam o trabalho desse cara, que é simplesmente SENSACIONAL!

www.fotolog.com/rlucena_ap

http://www.orkut.com.br/Main#FullProfile?rl=pcb&uid=15262205216103997880

necrewart@yahoo.com.br

tel: 11-80986397

Rafa, nós adoramos! Muito Obrigada e que nossos posts de certa forma possam te inspirar ainda mais…

Beijos, Pri, Mi e Mari

A Arte da Penetração

outubro 7, 2009

Eu recebo vários emails sexuais, alguns técnicos demais pro meu gosto, mas tem gente que precisa de termos técnicos pra entender né, precisa de manual de instrução até pra trepar. Então ai vai um deles e espero que sirva pra alguém. 

A Arte da Penetração “

“Depois das preliminares e de muita brincadeira chega a hora mais conhecida como “a hora H”, ou finalmentes e se você pensa que é só entrar e depois ficar indo e voltando aqui está o “algo mais”: A vagina ou o ânus devem estar lubrificados. No caso da vagina, pode bastar a lubrificação natural que é estimulada durante as preliminares do sexo. Mas pode ser que vocês precisem de um lubrificante extra. O ideal é usar lubrificantes à base de água. No caso do sexo anal a lubrificação é lei porque o ânus tende a se machucar mais facilmente na penetração. É sábio fazer uma penetração firme e suave ao mesmo tempo. Comece somente com a cabeça do seu pênis. Vá fazendo pequenas penetrações, acostumando a(o) sua(seu) parceira(o) com o seu pênis. Para que você tenha bastante precisão nos movimentos e bastante carga erótica (tesão), é fundamental que tenha um belo movimento da sua pélvis. Fique atento à sua vontade de gozar. Controle isso. Você pode desenvolver esta sensibilidade. Só vá mais fundo na penetração se sentir que não vai gozar. Se o seu sensor diz que está para vir, então pare com os movimentos, ou pare com a penetração neste momento. Volte para as preliminares, abaixando um pouco a carga erótica (tesão). Com um pouco menos de tesão, você pode começar novamente a empreitada. Respire. A respiração mais controlada vai lhe dar a calma necessária para não ser precoce. Você deve estar ligado nas reações da(o) sua (seu) parceira(o). Saiba como ela(e) o está recebendo. Imagine como é bom estar lá dentro, com o seu pênis bem tratado, agasalhado, deslizando num vai e vem prazeroso. E vá sem culpa de ser feliz! Penetre mais o seu pênis, pouco a pouco. Assim ela vai se acostumando com ele e você vai se familiarizando com ela. Depois de uma entrada mais profunda, faça alguns movimentos com a sua pélvis, para frente e para trás, preenchendo-a. Volte agora para o raso, sentindo-se novamente “na portinha”. Movimentos de penetrações rasas. E vá fundo novamente, intercalando penetrações rasas e profundas. Assim você vai tocando com arte toda a extensão da vagina, inclusive os locais mais sensíveis. E quando você estiver com todo o seu pênis dentro dela, deixe que o seu osso púbico pressione o dela. A mulher pode neste momento usar as suas mãos para acariciar os seus testículos.”

Temos um email pra quem quiser mandar sua história ou algum texto para ser publicado aqui  é só escrever para  clubedadesconquista@gmail.com.